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14/03/2018 “Politicamente correto” ou cansa quem tá quieto? Cansados dos mimis, leiam aqui as verdades

Há quem diga que em 2017, foi um ano dos politicamente corretos, quer fazer piada? Tem um bom humor aguçado? Pois guarde para si, se não quiser entrar em uma grande discussão. Alguns casos no ano passado ganharam vez por serem de extrema inocência, mas gerando grandes polêmicas. As feministas de plantão de forma indireta possuem contribuições para essas situações embaraçosas.

 

Um caso um tanto recente aconteceu em meados de setembro no ano passado, quando o jornalista Guilherme Goulart do Correio Braziliense publicou uma crônica, que dizia de uma estagiaria com o nome fictício chamado “Melissa”. Na descrição do texto era dito de forma descompromissada as sensações que a estagiaria causava na redação. Os boatos sobre o jornalista de 20 anos de profissão eram atacantes, ouviam-se abusador, agressor, pedófilo, demitem ele e entre outros.  Mas o discurso para os sensatos e distantes da situação pareceu outro, ao que tudo indicava era uma crítica a normalização do assédio em ambientes de trabalho, uma crônica se faz de críticas e narrativas.

 

Indo um pouco mais longe o presidente dos Estados Unidos Donald Trump cansado dos ataques terroristas em Londres, pediu pelo fim do “politicamente correto” no atentado pelo menos 7 pessoas morreram e 48 feridas, “Nós devemos parar de ser politicamente corretos e nos concentrar no assunto da segurança para o nosso povo", escreveu Trump no Twitter.

 

A grande questão é que os “mimis” e tabus sociais continuam a perpetuar na moral das pessoas. Se parecendo mais com uma doutrina que ilude e transmite informações sem lógica que pessoas são pegas por pessoas desinformadas e sem capacidade para humor.

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