Colunistas Zé Maria Ulles
05/11/2017 Filme: A Menina Índigo Nota 3,0

Para a doutrina Espírita, a migração entre sociedades planetárias é uma possibilidade para o aperfeiçoamento de todos. Não por acaso, após a formação de povos ainda primitivos como Assírios, Celtas e Hititas há o florescimento dos Gregos - incrivelmente acima dos demais. Esses seriam descendentes da estrela de Capela. No final do século passado, uma nova migração faria encarnar entre nós, crianças índigo, individualidades dotadas de melhor desenvolvimento intelectual e moral advindas da estrela de Alcione.  O filme em questão vai abordar uma dessas crianças, todavia, apesar da temática bem diferenciada, o diretor, Wagner de Assis, errou na mão. A obra é mal elaborada em seu todo. Conhecido por “Nosso Lar” (2010) e Rondon - O Desbravador (2016), Assis construiu, em sua maioria, cenas amadoras - quase patéticas. A direção dos atores, também não convence. O trabalho de edição deixa muito a desejar. Muito boa a trilha sonora!!! O roteiro é um horror... O diretor assina. Mastigando: Menina, com sete anos, possui características psíquicas muito diferenciadas das demais crianças da sua idade. Preocupados com a personalidade forte da mocinha, os pais tratam de buscar ajuda com especialistas. No elenco: Leticia Braga, Murilo Rosa (ótimo trabalho), Paulo Figueredo e Fernanda Machado. O filme tem 69 minutos de duração. O lado positivo da obra fica por conta da crítica feita ao uso de calmantes para combater a hiperatividade dessas crianças.

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Zé Maria Ulles
Quando menino, tinha o sonho de estudar Astronomia e fazer cinema. O tempo passou, e Zé se formou em Comunicação Social, História, Filosofia e Música.
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