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12/02/2018 Redação 20 anos de evolução contra a arritmia cardíaca Pioneiro em tratamento de arritmia cardíaca em Brasília, Dr. Ayrton Klier Peres fala sobre a evolução dos procedimentos na últimas décadas

Até o final da década de oitenta, os cardiologistas tinham poucas opções para o tratamento das arritmias cardíacas.  A alteração cardíaca que se trata da condição que ocorre quando os impulsos elétricos do coração não funcionam da maneira correta, provocando batimentos acelerados, lentos, ou até mesmo irregulares, era um fator de alto risco para a população no passado.

A cura de pacientes com certos tipos especiais e clinicamente importantes dos distúrbios do ritmo cardíaco estava fora do alcance dos médicos, pois a eles só restava à tentativa de controlá-los por meio de medicações. As drogas eram poucas e o sucesso limitado, deixando geralmente médicos frustrados e pacientes sofridos.

O primeiro avanço além do uso de medicações surgiu com a cirurgia cardíaca, assim mesmo restrita a casos muito específicos e limitados, pois se tratava de uma operação de tórax aberto em pessoas sem doenças estruturais do coração. A arritmia, na maioria desses casos, era causada apenas por distúrbios localizados no sistema elétrico do coração.

Diante deste fato, médicos de Brasília foram para a Holanda, em um dos mais importantes centros mundial de arritmia da época, aprender o que havia de mais novo na área do tratamento cirúrgico e no de tratamento das arritmias por cateter, que estava por florescer. 

Já na década de 90, mais precisamente em janeiro de 1991, as cirurgias de arritmia, que só eram realizadas em um centro da capital paulista, foram iniciadas também em Brasília. Logo em seguida, as técnicas até então experimentais foram liberadas para o uso clínico e o primeiro serviço de tratamento por cateter das arritmias cardíacas foi implantado em Brasília.

De acordo com o Coordenador do Serviço de Arritmia e Eletrofisiologia Cardíaca de Brasília do ICTcor, Dr. Ayrton Klier Peres, o apoio do Hospital Santa Lúcia, da Cardioclínica e dos cardiologistas foi decisivo para a implantação desse trabalho inovador, distinguindo o modelo antigo de tratar as arritmias cardíacas para o modo atual, que se tornou revolucionário e eficaz. “Pacientes que eram assíduos frequentadores de salas de emergência ficaram curados e com a qualidade de vida restabelecida”. Destaca o especialista.

Esses médicos também ajudaram a fundar no Hospital Anchieta o Instituto de Cardiologia de Taguatinga – ICTCor. O serviço de cardiologia intervencionista tem como característica o investimento em qualidade e em recursos tecnológicos e tornou-se um centro de treinamento para médicos brasileiros em novas técnicas de tratamento das arritmias cardíacas.

A equipe do ICTcor iniciou seu crescimento estimulando o treinamento no exterior de outros experientes cardiologistas e um programa próprio de residência, que vem formando e incorporando novas gerações de especialistas em arritmias cardíacas e, hoje, é uma das maiores equipes brasileiras na área.

A história pioneira da arritmia cardíaca em Brasília contribuiu, em seu campo de atuação, para o desenvolvimento da medicina no DF. Com planejamento e educação médica continuada o serviço, que leva o nome de Ritmocárdio, tornou-se um dos mais bem equipados na área tecnológica, médica e organizacional do país e exerce seu trabalho no ICTCor – Anchieta e  em outros  hospitais de Brasília. 

Serviço:

Instituto de Cardiologia de Taguatinga – ICTCor

Hospital Anchieta - Centro de Excelência 4º andar

Taguatinga Norte - Setor "C Norte"

Área Especial 08/09/10 Cep: 72.115-700

 (61) 3035 9900

 ouvidoria@ictcor.com.br

Horário de Funcionamento:

Ambulatório/Hemodinâmica/Eletrofisiologia: Segunda a Sexta - Feira de 08:00 às 18:00.

Emergência e Urgência: 24h em parceria com o Centro Cardiológico Anchieta (Pronto-Socorro)

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