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Cultura Música
03/09/2018 Redação Caçarí faz show Funkaribe e apresenta seus dois CDs Quarta, 5 de setembro, às 21h, no Clube do Choro de Brasília

O instrumentista roraimense Caçarí faz estreia no Clube do Choro de Brasília, no próximo dia 5 de setembro, as 21h, com o show Funkaribe. Ele apresenta repertorio que mescla seus dois CDs, Funkaribe, um finalizado em 2008, e Santa Clara,  em 2016 (Santa Clara), produzido em Brasília.  Além de composições autorais, ele traz também músicas de autores do norte como Eliakin Rufino, Sergio Barros e  Neuber Uchôa, pai do artista, fazendo um resgate na história musical recente daqueles lados.

    Funkaribe é o nome que se deu ao ritmo impresso nas músicas do artista, com forte influencia da fronteira com a Venezuela e pegada funkeada, bem presentes em muitas faixas dos  dois discos. O nome foi dado pelo amigo guianense, músico de Reggae, chamado Mike Guibras. As músicas têm teor satírico nas letras que falam do cotidiano do morador de fronteira que fala portunhol muito bem.  

No show, ele estará acompanhado por Sandro Souza (bateria) e Eudimar Carvalho (contrabaixo). Haverá participação especial de Alberto Salgado, renomado músico Brasiliense premiado recentemente no Prêmio da música Brasileira, do cavaquinista Mateus Donato, músico da nova geração de instrumentistas virtuoses formados em Brasília, também participam do show a cantora Emília Tucuju, amapaense radicada em Brasília e atuante cantora da cena brasiliense, do percussionista Pedro Tupa e de Leo Torres, no contrabaixo.

Sobre Caçarí

Caçarí é instrumentista e compositor natural de Roraima, o músico tem dois discos solos na carreira, Funkaribe e o Santa Clara. O primeiro CD, mais focado na cultura de fronteira Brasil e Venezuela. Tem participações em três discos coletivos e também em discos de amigos e parceiros.

Viveu em ambiente musical desde criança. Começou tocando percussão com o seu pai - Nauber Uchôa, cantor e compositor de renome na região norte. Aos 14 anos, começou a se dedicar aos estudos de violão. Começou a compor aos 17 anos. Logo depois, foi morar no Rio de Janeiro, onde enriqueceu seu vocabulário musical e adquiriu experiência de palco.

De volta à Boa Vista fundou, junto com outros artistas, um movimento de valorização da cultura e identidade local, chamado Clã Caboco, que promovia a mistura de artes plásticas com música no cenário roraimense. Participou do projeto filhos de Marta, no morro Santa Marta, em Bota Fogo. Neste período surgiram parcerias com seu pai, com quem também participou de festivais de músicas e projetos pela cidade maravilhosa.

Como músico, acompanhou artistas como Eliakin Rufino, com o qual viajou por toda a Amazônia, e Neuber Uchôa, por diversas cidades brasileiras.

Em 2009, concluiu o primeiro CD solo, metade feito no Rio de Janeiro, metade em Roraima, intitulado Funkaribe.

Suas influências vão de Miles Daves a Novos Baianos e, naturalmente, passeiam pela Lufada Amazônica advinda dos principais nomes da cultura do norte.

Seu segundo trabalho autoral foi, Santa Clara, com direção Alberto Salgado (vencedor do prêmio da música brasileira 2017) e participação de Emília Monteiro, e forte pegada brasiliense nos arranjos. Também atuou no grupo Panela de Pressão de música instrumental, fez trabalho solo, o Caçarí Quarteto, em Brasília.

Atualmente reside em Brasília, tocando em diversos lugares e dividindo o palco com outros grandes músicos da cidade.

Serviço:

Show Funkaribe - Caçarí

Sábado,  5 de setembro de 2018. 

Horário: 21 horas

Entrada: 30,00 inteira / 15,00 meia. 

Local: Clube do Choro de Brasília
Classificação Indicativa: Livre

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