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18/02/2019 Tríplice Comunicação CARNAVAL: CUIDADO COM A MAQUIAGEM NA ÁREA DOS OLHOS Glitter, lentes coloridas e produtos inadequados podem causar alergias, coceira e até conjuntivite
Tríplice Comunicação
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Falta pouco para o Carnaval, a festa popular mais esperada do ano. Aqueles que não perdem por nada a folia de Momo já preparam as fantasias para desfilar nos sambódromos ou brincar em blocos de rua. Sejam simples ou sofisticadas, as produções de Carnaval costumam ser complementadas com uma maquiagem mais carregada, principalmente na área dos olhos, e não raro há abuso no uso de produtos inadequados para a região, que pode causar alergias, coceira, ardência, inflamação nas pálpebras, conjuntivite e até cegueira. “É muito comum a maquiagem vir acompanhada de acessórios e itens que brilham, como o glitter. Essas substâncias ásperas podem escorrer diretamente para dentro dos olhos, causando inflamação ou até mesmo arranhar a córnea”, alerta a Dra. Patrícia Moitinho Ferreira, médica do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), uma empresa do Grupo Opty. “Se o produto cair nos olhos, evite coçar. Lave o local com água corrente ou soro fisiológico. E qualquer sinal de irritação, o recomendado é procurar atendimento oftalmológico”, orienta.

Excesso de maquiagem também pode acarretar problemas. Com o suor, essas substâncias podem escorrer diretamente para os olhos, ocasionando irritações, reações alérgicas, coceira e inflamação nas pálpebras. Segundo a oftalmologista, para evitar o desconforto, é aconselhável usar produtos específicos. “Os hipoalergênicos, por exemplo, são ótimas opções para aqueles que têm maior sensibilidade na região ocular. Além disso, é importante observar a validade do produto. Artigos vencidos normalmente contêm micro-organismos que podem atingir a mucosa ocular e trazer complicações. Qualquer mudança na aparência, cor, cheiro e textura também é um sinal de que algo está errado com a maquiagem. O hábito de compartilhar maquiagem também deve ser evitado. Por meio desse ato, os olhos podem ser contaminados por bactérias ou vírus que causam as conjuntivites”, explica a oftalmologista.

Vale destacar que as lentes de contato coloridas – muito procuradas também nesta época – só podem ser usadas com receita médica e depois de um exame oftalmológico, mesmo que a intenção seja usá-las por curtos períodos. Pessoas com baixa produção lacrimal, o chamado olho seco, ou algum tipo de alergia, infecção ou doença ocular devem evitar sua utilização. E os cuidados com as lentes cosméticas devem ser os mesmos que os dispensados às lentes tradicionais. “Sem o manuseio adequado e limpeza, ocorre acúmulo de bactérias e fungos, que causam alergias e até infecções na córnea. Além disso, deve-se ficar atento à procedência, data de validade e outros cuidados básicos, como armazenamento, higiene e as orientações de uso. Como são produtos de uso individual, também não devem ser compartilhadas”, ressalta a Dra. Patrícia.

A médica também alerta para o uso inadequado dos cílios postiços, acessórios bastante usados nas maquiagens. “Além de observar a origem e a validade do material, é precisar chamar atenção para o uso da cola utilizada na fixação desses artigos. Ela é um produto químico que pode causar danos, como alergia e irritações. Se cair dentro do olho pode ainda desencadear uma queimadura química, ocasionando uma ceratite, inflamação da córnea que pode diminuir a capacidade visual”, afirma a oftalmologista. A retirada do produto também deve ser feita com atenção, já que, muitas vezes, o peso e a pressão exercida pelos fios falsos na pálpebra podem causar a perda dos cílios naturais. “O melhor é retirar o acessório com muito cuidado, utilizando um demaquilante de qualidade. Depois, recomenda-se lavar bem os olhos com água morna e xampu neutro, limpando completamente as raízes dos cílios”, orienta a Dra. Patrícia Moitinho.

Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016 a partir da união de médicos oftalmologistas e do fundo de investimento Pátria, dando origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a aplicação da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

 

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando oito empresas oftalmológicas, 1400 colaboradores e 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília, o Grupo INOB (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 19 unidades de atendimento.

 

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