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00/00/0000 Centros Culturais Banco do Brasil estão entre os 100 museus mais visitados do mundo

A edição de abril de 2015 da revista britânica The Art Newspaper classificou osCentros Culturais Banco do Brasil entre as 100 instituições culturais mais visitadas do mundo em 2014. O CCBB Rio de Janeiro figurou na 20ª colocação, com 2,3 milhões de visitantes. Em 38º lugar aparece o CCBB Brasília, com 1,4 milhão de visitantes. Na 69ª posição está o CCBB São Paulo com 844 mil visitantes. E, já em seu primeiro ano completo de atividades, o CCBB Belo Horizonte figura na 95ª colocação, com um total de 633 mil visitantes.

“Estar entre as instituições culturais mais visitadas do mundo, ao lado de importantes centros de arte como o Museu do Louvre (Paris, FRA), o Metropolitan Museum of Art (Nova Iorque, EUA) e a Tate Modern (Londres, ING), demonstra a importância dos CCBBs para o país e o sucesso dessa importante plataforma para a marca Banco do Brasil”, destacou Luis Aniceto Cavicchioli, Diretor de Estratégia da Marca do Banco do Brasil.

The Art Newspaper é uma revista mensal especializada em artes visuais com base em Londres e com escritórios nos Estados Unidos, na Itália, na Índia e na Alemanha, além de correspondentes em mais de 20 países do globo. Anualmente, a publicação inglesa apresenta o ranking das 20 exposições mais visitadas no ano anterior, bem como a relação dos 100 museus mais visitados no mundo. Mais do que uma valiosa fonte de informação sobre o mundo das artes, museus do mundo todo aguardam a edição especial da revista com a divulgação do ranking.

No ranking das 20 exposições mais visitadas ao redor do globo, o CCBB Rio de Janeiro se destaca ocupando a quarta colocação com “Salvador Dalí”, que contou com um público total de 973 mil pessoas. Na sequência, a exposição “Cabeça: Milton Machado”, do artista plástico brasileiro, figura em quinto lugar, com 447 mil visitantes. Ainda na unidade carioca, a exposição “Obsessão Infinita”, da artista Yayoi Kusama, intitulada pela revista como “garota-propaganda para a globalização da arte contemporânea”, ocupou o sétimo lugar, totalizando 754 mil pessoas no CCBB Rio de Janeiro.

Apesar de o total de visitantes de Kusama ter superado o de Milton Machado, a exposição do artista brasileiro ficou mais bem classificada no ranking, levando-se em consideração o público diário do projeto. Essa metodologia permite que projetos com durações diferentes possam ser classificados, evitando-se distorções caso fosse considerado apenas o total de público visitante. E o sucesso das exposições realizadas pelo CCBB Rio de Janeiro continua com “Visões na Coleção Ludwig”, ocupando o 10º lugar entre as mais visitadas do mundo, que atraiu 8.120 pessoas por dia, em um total de 530 mil visitantes.

Na capital federal, o CCBB Brasília obteve a 11º colocação também com a mostra de Yayoi Kusama. A média diária de visitantes foi de 7.957 pessoas, totalizando 471 mil visitantes, o que estabeleceu novo recorde para o CCBB DF. Em 14º lugar, o CCBB RJ volta a figurar no ranking com as performances do artista plástico britânico Tino Sehgal, que levaram 255 mil pessoas ao Centro Cultural.

As únicas instituições brasileiras classificadas entre as Top 100 são os CCBBs, o Instituto Tomie Ohtake e o Museu Nacional de Brasília. Isso significa dizer que o CCBB Rio de Janeiro é o museu mais visitado do Brasil, seguido do Instituto Tomie Ohtake, em segundo lugar, do CCBB Brasília na terceira colocação, do Museu Nacional na quarta posição, e dos CCBBs São Paulo e Belo Horizonte, na sequência, em quinto e sexto lugares, respectivamente.

Desde 2011, o CCBB vem se destacando no ranking mundial com suas exposições. Naquele ano, “O mundo mágico de Escher”, realizada pelo CCBB Rio de Janeiro, foi a exposição mais visitada do mundo. “O ano de 2014 foi marcado pela manutenção do desempenho e pela consolidação dos Centros Culturais RJ, DF, SP e BH como centros de referência em arte e cultura no Brasil e no mundo. Manter a qualidade da programação e o alinhamento com a essência Banco do Brasil, buscando um modelo de financiamento sustentável, é o nosso atual desafio”, finalizou o Diretor Cavicchioli.

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