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16/11/2017 Redação EXPOSIÇÃO CONTRAPONTO COM ACERVO DE SÉRGIO CARVALHO OCUPA O MUSEU NACIONAL DA REPÚBLICA EM BRASÍLIA A mostra contará com mais de mais de 1.900 obras de 164 artistas brasileiros
Que delícia o Museu Nacional da República recebe a exposição Contraponto com acervo de Sérgio Carvalho de 17 de novembro a 25 de fevereiro de 2018, na Galeria 2. E quem é de Brasília não pode perder. Composta por obras dos artistas Antônio Obá, Berna Reale, Bruno Vilela, Camila Soato, César Meneghetti, Daniel Murgel, Delson Uchôa, Elder Rocha, Emmanuel Nassar, Fábio Baroli, Fábio Magalhães, Flávia Junqueira, Flávio Cerqueira, Floriano Romano, Gil Vicente, Gisele Camargo, Grupo EmpreZa, Hildebrando de Castro, James Kudo, João Angelini, José rufino, Laura Gorski, Lucia Koch, Manoel Veiga, Marcelo Silveira, Milton Marques, Nelson Leirner, Renato Valle, Rochelle Costi, Rodrigo Braga, Sofia Borges, Thais Helt e Tony Camargo.
 
Não dá para ficar de fora a curadoria é da historiadora Tereza de Arruda, a mostra “ContraPonto” foi concebida para o Museu Nacional da República, com obras da Coleção Sérgio Carvalho. Este acervo é composto por mais de mais de 1.900 obras de 164 artistas brasileiros, tendo como ponto de partida não somente a obra de arte em si, mas, sobretudo, seus autores.
 
Ela Fala Dos Bastidores já está animadíssima. O processo se iniciou no final da década de 90 em Brasília. O acervo é configurado a partir de um processo introspectivo desenvolvido com cada um dos artistas. As visitas aos ateliers e exposições, reforçadas por conversas intensas e informais, desencadeiam uma relação única formada por respeito, compreensão, engajamento e cumplicidade.
 
A aquisição da obra de arte não é o final de um processo, porém o início de um intenso diálogo, em ordem progressiva, de Sérgio com os artistas, suas obras entre si e, por fim, dos artistas entre si. Aliás, o seu aprofundamento no universo artístico ocorre por conexões desencadeadas pelos próprios artistas.
 
Neste contexto, a partir de 2014, foram realizadas cinco exposições em instituições públicas: Duplo Olhar, com curadoria de Denise Mattar, no Paço das Artes - USP, em São Paulo (2014); Vértice, mostra itinerante com curadoria de Marília Panitz, Marisa Mokarzel e Polyanna Morgana, realizada no Museu Nacional dos Correios, em Brasília, e nos Centros Culturais dos Correios do Rio de Janeiro e de São Paulo (2015/2016); e Cantata, com curadoria de Denise Mattar, no Centro Cultural Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte (2016).
 
Desde o início da coleção, houve a preocupação na aquisição de um conjunto significativo de obras de um mesmo artista, a conduzir o expectador à transformação na produção de cada artífice. Isto é uma prova do diálogo, cumplicidade e relacionamento progressivo e consequente com os criadores em seu percurso.
 
O resultado evidenciará diversos contrapontos que se complementam, enfatizando a pluralidade de técnicas e de linguagens, além da democracia estética: na história da arte contemporânea, nunca houve barreiras tão flexíveis, como na atualidade, propiciando atuações interdisciplinares, compondo-se, a mostra, de pinturas, fotografias, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e performances.
 
Já vou anotar as datas em minha agenda. Mais informações: Manu Santos – (61) 9 95502192.
 
O quê: Exposição CONTRAPONTO do acervo de Sérgio Carvalho;
 
Quando: Abertura: 16 de novembro de 2017, às 19h
 
Visitação de 17 de novembro a 25 de fevereiro de 2018 (terça-feira a domingo, das 9h às 18h);
 
Onde: Galeria 2 do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul) – Brasília DF;
 
Entrada Franca.
 
 
Via: Ela Fala dos Bastidores
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