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00/00/0000 Fazer xixi é bom para a vida marinha, segundo estudo
 A Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, lotada (Eduardo Naddar / Agência O Globo)
A Praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, lotada (Eduardo Naddar / Agência O Globo)

Mate, água de coco, cerveja... É vasta a oferta de bebidas para quem gosta de passar o dia na praia. O difícil é a hora em que a bexiga aperta e não há nenhum banheiro por perto. Usar o mar como solução é a melhor alternativa, segundo um estudo da American Chemical Society (ACS). A pesquisa científica apontou que a urina é boa para a vida marinha — mas, atenção, o xixi é proibido em piscinas naturais.

Um vídeo da ACS explica os benefícios do hábito não assumido de muita gente. O principal motivo é que a urina é composta majoritariamente por água (95%) com sódio e íons de cloro. Já o mar é 96,5% água, sódio e cloro, em uma concentração maior. Os dois líquidos também contêm potássio. Portanto, a urina não afeta drasticamente a água marinha.

Outro fator positivo é a ureia, componente característico do xixi. “Quando quebramos proteínas da comida, a ureia é o componente que sobra e tira o excesso de nitrogênio do corpo”, explica o vídeo. A quantidade liberada é minúscula em relação à água marinha, e, portanto, não faz mal algum. Além disso, o nitrogênio residual vira amônio quando misturado no oceano, que serve de alimento às plantas.

O estudo da ACS faz uma única ressalva ao xixi no mar. “Não faça em áreas protegidas ou limitadas, como recifes, e principalmente em piscinas naturais”, resumiu.

Fonte: Extra 

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