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03/11/2017 Redação O space-rock ocupa Brasília com o Festival Nas Estrelas Banda Pollares reúne bandas locais e nacionais em um só festival para lançamento de seu segundo álbum, “Juno”

Se há uma coisa que a banda Pollares é especialista, é o space-rock. Os brasilienses Pedro Senna (bateria, synths,percussão e loops), Ugo Fonseca (guitarra, baixo, violão, synths e backing vocals) e Walter Mourão (Voz e synths) reuniram influências como Muse, Twenty One Pilots, Awolnation, The Killers e Thirty Seconds To Mars para criar um som completamente único.

Em Agosto de 2013, a banda iniciou a produção do primeiro álbum “Indestrutível", no estúdio Norcal, em São Paulo, que contou com a produção de Adriano Daga (Malta) e Brendan Duffey. O disco tem a participação de Lucas Lima, Moisés Lima (Família Lima) e Elliot Reis (Gloria).

Agora o trio se prepara para o lançamento de seu 2ª álbum: “Juno”. O nome, assim como todas as referências propostas pelo grupo, carrega uma referência espacial: na mitologia romana, Juno é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. “Em nossas letras usamos o espaço como palco para a criação, que fazem referência ao nosso cotidiano”, explica Pedro Senna. “Nossa base é passar a mensagem do união. Estamos em tempo de sermos mais empáticos e tratamos o amor como um objetivo”, completa o guitarrista, Ugo Fonseca.

O disco narra, subliminarmente, a história de uma entidade que carrega uma mensagem de amor e empatia. Esta entidade, que não possui definição de gênero, chega à terra e passa a ter contato com humanos. “No ponto de vista dela contamos sobre as diferenças no nosso cotidiano, diferenças climáticas, mudanças e até histórias pessoais”, afirma Ugo.

Apesar da narrativa, as letras continuam a falar sobre sentimentos vividos pelo trio. “A história é só um guia. Gostamos que as pessoas tenham suas próprias impressões e interpretações do que está sendo passado”, diz Pedro Senna.

Nas Estrelas

Para transmitir aos brasilienses todo o sentimento “de outro mundo”, os meninos prepararam o Festival Nas Estrelas, e convidaram as bandas nacionalmente conhecidas Zimbra, Plutão Já Foi Planeta, Lupa, San Lunes e Augusta para se unirem à line-up, que se encerra com apresentação das faixas novas da Pollares.

O evento juntou bandas que tem se destacado nacional e localmente, cada uma com sua sonoridade muito bem definida. “Esta é uma soma ao conceito do festival”, explica Senna. O Festival, que toma espaço no Canteiro Central no dia 4 de novembro, vem também para combater o senso comum que costuma afirmar que o Distrito Federal não tem (identidade) uma cultura própria.

“Acreditamos que festivais independentes ajudam a construir uma identidade muito pessoal na cidade. Ficamos felizes em saber que estamos fazendo parte de um momento importante, que é a construção da cultura em Brasília”, afirma Ugo.

SERVIÇO

Data: 4 de novembro de 2017

Local: Espaço Canteiro Central (Setor Comercial Sul Q. 3 BL A - Brasília, DF, 70297-400)

Horário: à partir das 16h

Evento: https://www.facebook.com/events/279361692553841/

Sobre a Pollares

Fascinados por astronomia e astrofísica, Pedro Senna (bateria, synths,percussão e loops), Ugo Fonseca (guitarra, baixo, violão, synths e backing vocals) e Walter Mourão (Voz e synths) denominam o som que fazem como algo insólito: um Space Rock.

Com influências de Muse, Twenty One Pilots, Awolnation, The Killers e Thirty Seconds to Mars o trio mistura rock com música eletrônica e transpõe a atitude espacial no visual, no som e nas letras.

Em Agosto de 2013, a banda iniciou a produção do primeiro álbum “Indestrutível", no estúdio Norcal, em São Paulo, que contou com a produção de Adriano Daga (Malta) e Brendan Duffey. O disco tem a participação de Lucas Lima, Moisés Lima (Família Lima) e Elliot Reis (Gloria). A turnê, que durou de 2015 até o fim de 2016, passou por São Paulo e Brasília, com o Pollares abrindo para bandas como CPM 22, Fresno e Supercombo. Ainda em 2015 a música de trabalho "Meio Minuto" entrou para a programação da Transaméica Brasília e na coletânea "Toma Rock Transamérica Vol. 1" ao lado de bandas como Raimundos, Scalene e Dona Cislene.

Em 19 de maio de 2017, o clipe/single "Mergulho de Profundidade" foi lançado com exclusividade pela Billboard Brasil e também entrou para a programação das rádios Transamérica e Cultura FM de Brasília. O single foi o primeiro escolhido para representar o álbum "Juno" lançado dia 23 de Junho produzido por Pedro Ramos (Supercombo/Gritaria), André Nine (Teto Baixo - Haikaiss) e mixado e masterizado por Léo Ramos (Supercombo/Gritaria).

CONVIDADOS

SAN LUNES

Formada por Allan Massay, André Garotti e Thiago Raymon – amigos de longa data e

com boa bagagem na cena musical – a San Lunes tem um projeto que utiliza do vídeo

e dos diversos tipos de arte para representar a mensagem de suas músicas. A ideia

começou quase como uma brincadeira. O trio decidiu fazer um cover da canção “The

Scientist”, da banda britânica Coldplay, e percebeu que o formato deu certo. Desde

então, não pararam mais.

Munidos de um folk com notas de rock, eles têm como inspiração diversos artistas

internacionais, como Kodaline, Passenger, John Mayer, Parachute, Lewis Watson, Ed

Sheeran, City and Colour, Mumford & Sons, Seafret e Lucy Rose, além de ícones

nacionais do gênero como Tiago Iorc, Anavitória e Ana Muller.

A banda flerta com diversas artes. Entre elas – e principalmente --- o cinema. Isso fica

bem evidente na estética contida no material audiovisual dos rapazes que são

totalmente independentes. Os três assinam composição, roteiro, gravação, produção e

filmagem. A ideia também é que nenhum instrumento seja fixo e, por isso, todos ficam

livres para tocar de tudo.

Mantendo essa mesma liberdade e autonomia criativa, os singles são produzidos e

gravados em um estúdio próprio, do André Garotti, localizado em Brasília --- DF. Na

hora de trabalhar os clipes, os meninos contam com o Allan Massay que, além de

também integrar o trio, é empresário da EntreQuadros, uma agência especializada em

conteúdos visuais. "Acho legal dizer que, pra gente, os vídeos são tão importantes

quanto a música em si. É por isso que o Rui Rodrigues, a Marina Lima e o Matheus

Bacellar, três grandes amigos e parceiros nesse projeto, são como integrantes da

banda. Aliás, não só eles, mas toda a equipe! As coisas acontecem em conjunto e

somos muito gratos pelas pessoas que conseguem expressar, em imagens, o que

idealizamos pra determinado som", ressalta o artista.

ZIMBRA

Ex banda Panorama, a Zimbra é uma banda santista formada em meados de 2007 por Rafael Costa (voz), Vitor Fernandes (Guitarra), Guilherme Goes (Baixo) e Pedro Furtado (Bateria) e, de lá pra cá, já lançou uma demo em 2010 e um EP em abril de 2012. Já se apresentou com Forfun, Scracho, Dibob, Fresno, Strike, a conterrânea Aliados, entre outras.

Trazendo como referências bandas que vão do rock ao pop rock brasileiro como Los Hermanos, Nando Reis, Legião Urbana, passando pelo som internacional do Foo Fighters e The Killers, a banda segue na busca da construção de um som e estilo próprios, mas sem perder o apelo popular.

PLUTÃO JÁ FOI PLANETA

Plutão Já Foi Planeta é uma banda de Indie Pop/Rock de Natal, Rio Grande do Norte, e surgiu em setembro de 2013. O grupo é formado atualmente por Natália Noronha, Gustavo Arruda, Sapulha Campos, Vitória de Santi e Renato Léllis. Suas influências passeiam entre Os Mutantes, Los Hermanos, John Frusciante e Little Joy e grupos do Indie Pop britânico atual, como Bombay Bicycle Club e Little Comets.

Uma das marcas da banda é a instrumentação diversificada, com a utilização do ukulele, escaleta e sintetizador. Não deixa de lado, entretanto, a formação base com guitarras, baixo e bateria. Os integrantes ainda brincam com diferentes estilos, transitando entre o indie folk e o rock popular, levados sempre pelas vozes de Sapulha, Natália e Gustavo, tanto individualmente quanto em conjunto.

Em maio de 2014, a banda gravou seu disco de estreia, que tem sete faixas próprias, incluindo “Daqui Pra Lá”, single lançado em março e que intitula o álbum, lançado em 16 de outubro. O disco teve lançamento virtual e com download gratuito na página da banda no Bandcamp e no Facebook. “Daqui Pra Lá” foi gravado no Estúdio DoSol e recebeu colaborações de Henrique Geladeira, Anderson Foca e Yves Fernandes. A mixagem ficou por conta de Eduardo Pinheiro, do Estúdio Megafone. Ainda em 2014, foi consagrada a Revelação Musical do RN pelo Prêmio Hangar de Música.

Em julho de 2015, realizou sua primeira turnê no estado de São Paulo, fazendo shows na capital paulista, Santo André e em São José dos Campos. Ainda em 2015 participou da Feira da Música em Fortaleza/CE e do consagrado Festival Mada junto de nomes como Pitty, Nando Reis, Nação Zumbi, entre outros. Tocou no Festival Dosol 2015 em Natal e na Dosol Tour que passou por diversas cidades do interior do RN. Foi vencedor do prêmio de melhor banda do estado do Troféu Cultura e fechou o ano com show durante o aniversário da cidade no Natal em Natal.

No primeiro semestre de 2016, a banda participou do reality show Superstar da Rede Globo e conquistou o segundo lugar do programa. O grupo pôde apresentar a cada episódio suas músicas autorais, o que rendeu elogios dos jurados e reconhecimento nacional. A banda conseguiu também em 2016, chegar a estados em que nunca havia tocado. Com turnê na região sul, o grupo rodou diversas cidades dos três estados. Além de realizar turnês nas regiões sudeste e nordeste. Esteve presente também no line-up de festivais como: Festival Mada, Festival Dosol, Festival Ponto CE, Festival Contato e Rolling Stone Festival.

O segundo álbum do grupo é chamado “A Última Palavra Feche a Porta” e foi lançado em março de 2017 em parceria com o selo Slap da Som Livre. O disco possui

10 faixas, foi produzido por Gustavo Ruiz, vencedor de Grammy Latino em 2015, e conta com a participação de Maria Gadú e Liniker, nomes importantes da nova MPB. A banda encontra-se atualmente em turnê pelo país para lançamento do novo álbum.

AUGUSTA

Projeto de Brasília, a banda Augusta apresenta suas influências no Folk, Indie e MPB. Com sua primeira formação em 2014, acumula diversos shows em territórios candangos. Se apropriam de um setlist autoral, onde compartilham histórias e sentimentos. Entre seu repertório estão músicas como “Ônibus” e “Aguaceiro”.

LUPA

“Lua, vinho, sexo e celebração. Bem-vindo à Lupercália, festival romano para celebrar o amor e a fertilidade. Aqui, em meio à noite e à euforia, eram elas, as lupas (do latim: lobas, prostitutas), as grandes estrelas e centro de toda a festa. Eram elas a própria encarnação do amor. Assim viviam os antigos, assim quer viver a Lupa.

Nosso rock alternativo é uma mistura de ricas harmonias com ritmos marcados, um toque de groove, muitas vozes e uma boa dose de metais! Pra quê se contentar em cantar rock quando se pode cantar o amor? Somos porta-vozes da Paixão.

Mais que shows e música, libertamos corpos, acendemos corações; proporcionando êxtase e euforia. Nossa missão é encarnar o amor.”

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