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03/09/2017 Redação PROJETO “PIER ACÚSTICO” LEVA MÚSICA DE QUALIDADE AO PIER 21 COM ENTRADA FRANCA

De 04 a 09 de setembro (segunda a sábado), tem apresentação de música ao vivo no Pier 21 pelo projeto “Pier Acústico”. A iniciativa levará vários artistas para se apresentarem na Praça central do centro de compras com entrada franca. São estilos musicais que variam entre MPB, o pop e o rock, visando agradar todos os gostos dos frequentadores do espaço. 
Na segunda-feira (4), o palco do projeto recebe um tributo a cantora Cássia Eller na voz de Salomão di Pádua acompanhado pelo violão de Agilson Alcântara e a percussão de Sandro Araújo. No segundo dia, na terça-feira, 5 de setembro, um dos maiores violonistas brasileiros, o cearense Manassés sobe ao palco. Na quarta-feira (6), quem ocupa o espaço é a banda Seu Preto com muito soul, disco, funk, ritmos nacionais e músicas autorais. No feriado de 7 de setembro, a cantora Bell Lins de apenas 16 anos, mostra seu timbre de voz peculiar. O cantor brasiliense Thiago Lunar se apresenta na sexta-feira (8), e promete conectar o público às melhores sensações de leveza através da sua música. Para encerrar com chave de ouro, o evento convidou o brasiliense Kelton, o artista apresentará canções do elogiado álbum “Lacunar”.

Os shows do “Pier Acústico” ocorrerão sempre a partir das 19h e são gratuitos.

Confira a programação dos shows: 

04|09 - Salomão di Pádua apresenta Tributo à Cássia Eller

05|09 - Manassés Trio

06|09 - Seu Preto

07|09 - Bell Lins

08 |09 - Thiago Lunar

09|09 - Kelton Gomes

Pier Acústico 
Data: de 04 a 09 de setembro de 2017
Horário: das 19h às 21 horas
Entrada: Franca e livre para todos os públicos 
Pier 21 - Endereço: Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 2, Lote 32
Horário de funcionamento: de domingo a quinta-feira, das 12h às 01h; de sexta-feira a sábado, das 12h às 02h.
Mais informações do shopping: (61) 3251-2121
http://www.pier21.com.br/
www.facebook.com/Pier21
Instagram: @ShoppingPier21
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Salomão di Pádua 
Na voz de Salomão di Pádua, a música de Cássia Eller será acompanhada pelo violão de Agilson Alcântara e a percussão de Sandro Araújo.
No repertório, grandes sucessos que fizeram de Cássia Eller uma das maiores intérpretes da nossa música, como "O segundo sol", "Gatas extraordinárias", "All Star", "Meu mundo ficaria completo", "Por enquanto", ”Nós”, “ETC” e “Malandragem”, de que um verso dá título ao show – entre outras canções. "Eu sempre achei a Cássia Eller uma cantora singular, um divisor de águas da música pop no Brasil. Por isso, vejo esse show como um desafio, que é colocar a minha voz em um trabalho tão consagrado e perpetuado como o da Cássia”, diz Salomão di Pádua.
Radicado em Brasília há 20 anos, o maranhense Salomão di Pádua tem 25 anos de carreira, três CDs gravados, participação em diversos festivais e uma grande série de espetáculos de sucesso apresentados nos principais palcos e projetos do DF. 

Manassés 
Considerado um dos maiores violonistas brasileiros. O amor de Manassés de Souza pela música começou aos 4 anos em Maranguape, no interior do Ceará, onde passou a infância. Ao invés de jogar bola, ele preferia tentar tocar escondido o violão do irmão mais velho, que tinha muito ciúme do instrumento. "Até que um dia ele chegou em casa mais cedo e me pegou com o violão. Ficou furioso, me deu uns tapas, chamou meu pai, que também ficou bravo, então, eu disse que já estava tocando. 
Sua primeira apresentação pública não demorou. O pai o levou a uma praça em Fortaleza e pediu para ele tocar; as pessoas se amontoaram para ver o menininho talentoso e o pai passou o chapéu, conseguindo bastante dinheiro. No mesmo dia, ele levou Manassés a uma loja de instrumentos e comprou para ele o seu primeiro violão.

Seu Preto
Precursores da black music original independente em Brasília, os membros da banda Seu Preto vêm construindo, nos últimos 20 anos, uma parte da história desse estilo e de outros segmentos da música da cidade. Seus integrantes participaram de trabalhos de grande relevância e importância para a cena local e nacional como: Plastika, BSB Disco Club, Natiruts, Black Brasil, Indiana Trio, A Caixa, In Natura entre outros. O grupo inspirou-se em, Tim Maia, Toni Tornado, Jorge Ben, Cassiano, Roberto Carlos e James Brown para fazer um som mesclando soul, disco, funk, ritmos nacionais e músicas autorais.

Bell Lins
Dona de um timbre de voz peculiar e inconfundível, a cantora, compositora e modelo fotográfico Bell Lins de 16 anos vêm conquistando um público diversificado desde 2012. Nascida em Brasília, despertou para a música aos cinco anos de idade, por influência do pai, e hoje é um dos orgulhos da capital federal. Tem como diferencial a interpretação de diversos estilos musicais através de suas próprias versões. Como vocalista da banda Groove a Rigor atua musicalmente nas maiores casas de shows e eventos de Brasília. Participou da primeira edição do programa de TV “The Voice Kids Brasil” transmitido pela Rede Globo de Televisão aonde mostrou para todo Brasil sua voz, carisma e musicalidade. Na fase de batalhas do programa sua apresentação teve destaque no canal oficial do Programa no Youtube sendo uma das 5 melhores apresentações em âmbito mundial. https://www.youtube.com/channel/UC7hxeqx1ErlJL9_kRML-NnQ/videos

Thiago Lunar
Apaixonado pela musicalidade nordestina, Thiago Lunar é brasiliense, de família mineira, e, acima de tudo, coração brasileiro. Em suas músicas, transmite positividade e alto astral para conectar o público às melhores sensações de leveza, felicidade e altruísmo. As mais de 1300 apresentações e o sucesso do grupo Forró Lunar, que fundou e liderou por sete anos, trouxeram ao cantor e compositor a experiência para chegar ao auge de sua performance artística.

Kelton
O artista estreou com “Distraído Concentrado” (2015), trabalho que reuniu participações de Beto Mejía (ex-flautista do Móveis Coloniais de Acaju) e a cantora Salma Jô, da banda goiana Carne Doce. Antes, o brasiliense lançou os EPs “Manha ~” (2013) e “Todo Amor do Mundo” (2014).
O cantor e produtor brasiliense Kelton trabalha atualmente em “Lacunar”, álbum viabilizado por financiamento coletivo. A obra, segundo ele, é seu disco mais pessoal até hoje, fruto de um “surto criativo” vindo de um ano difícil quando chegou até a perder a vontade de fazer música. Ao invés do violão com o qual ficou conhecido, o músico entrega um disco baseado na guitarra elétrica com referências no rock alternativo.
https://www.youtube.com/watch?v=KGbqw1wxGmo

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