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00/00/0000 Ricardo, ex-Polegar pede ajuda
Foto: Reprodução Internet
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Sucesso nos anos 90, Ricardo Costa, ex-baterista do grupo Polegar, tem passado por sérios problemas financeiros. Em entrevista exclusiva, ele conta que fechou seu restaurante devido às dívidas, que já recorreu ao amigo Gugu Liberato e que chegou a pensar em se matar com medo dos credores.

Como está sua situação atual?

Eu me encontro numa situação de desespero. Estou longe da minha cidade, não tenho os meus pais vivos, estou afundado em dívidas e sem saber a quem recorrer. Devo R$ 45 mil de empréstimo ao banco, estou R$ 12 mil negativo, tenho duas pensões alimentícias em aberto desde dezembro, tenho as prestações do meu carro atrasadas que já somam R$ 50 mil, além do aluguel do meu restaurante em Mogi das Cruzes, que está atrasado há quatro meses.

Você tem quantos filhos? 

Tenho três. Priscila, de 23 anos, que é fruto de uma única noite e, até hoje, não tenho certeza se é realmente minha filha; Larissa, de 16 anos, e João Pedro, de 5, que foi um ‘acidente’.

Quem te ajudou a montar o restaurante foi o Gugu, certo? Você chegou a procurá-lo de novo nesse período de crise?

Foi ele, sim. Sempre que precisei de ajuda foi o Augusto (Gugu) que me estendeu a mão. Todas as vezes que pedi ajuda foi através de cartas. A primeira vez foi em 2009, quando ele ainda estava no SBT. Em 2010, fui até a Record esperá-lo na saída e entreguei uma nova carta explicando que eu precisava de ajuda, foi daí que ele montou o meu restaurante. Agora, a advogada dele, Fátima, disse que ele estava desempregado, vendendo os terrenos dele para pagar as próprias contas e que tudo que ele podia fazer por mim já havia feito. Fiquei desesperado. Consegui o número da casa dele e todas as vezes que eu ligava e falava meu nome diziam que era engano. Até que, uma vez, liguei e falei que era o Marcelo Augusto e ele me atendeu. Me senti muito mal por ter a certeza de que ele não queria mesmo era falar comigo.

No seu Facebook, tinha um post há duas semanas escrito ‘LUTO’. Você pensou em se matar?

(Silêncio). Sim, pensei. Coloquei aquilo ali como um anúncio, me vi sem saída e muito deprimido (choro). Não quero me fazer de vítima, mas minha situação é crítica. Meu carro está em busca e apreensão e ainda posso ser preso por dever pensão alimentícia. Resolvi fazer um apelo no Facebook porque não tenho vergonha da minha situação. Mais ou menos 40 pessoas se ofereceram para me ajudar com doações que variam de R$ 30 a R$ 40. Não sei se minha atual situação é para que pague o sofrimento que causei a algumas mulheres no passado… Tenho tentado ser uma pessoa melhor. É difícil estar numa situação dessas, ainda mais que vim de uma carreira artística.

Quem é essa mulher por quem você se apaixonou e te fez largar tudo em Mogi das Cruzes? 

Ficamos juntos por dois anos. Ela me ensinou muita coisa, mas me induziu a sair da minha cidade e vir tentar uma nova vida em Taubaté. Porém, chegando aqui, as coisas mudaram. Ela me deixou para ficar com uma pessoa que ela não gosta, mas que tem uma situação melhor que a minha.

Fonte: Leo Dias 

 

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