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31/03/2017 Jude Alves Velocidade ou Rodovias mal projetadas, de quem é a culpa dos acidentes?
Redação
Foto: Walter Paparazzo/G1

A cidade de João Pessoa é cortada pelas rodovias federais 230 e 101, deste modo, infelizmente, é muito comum e familiar falar de acidentes trágicos que envolvem vítimas fatais na capital paraibana. Mas qual seria o maior fator de risco para o acontecimento de colisões?

Segundo uma pesquisa realizada pelo Núcleo CCR de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, o comportamento imprudente do motorista é o principal responsável pelas ocorrências. Os dados foram levantados junto a Polícia Rodoviária Federal, e mais de 25 mil quilômetros de rodovias em todo o Brasil foram analisadas.

Essa imprudência do condutor está relacionada ao não cumprimentos das normas de trânsito, como acompanhar os limites de velocidade, usar cinto de segurança, fazer ultrapassagem segura, entre outros.

Mas e quando o problema está na estrutura das estradas? Além dos buracos, há rodovias que foram construídas em locais íngremes e perigosos. Como no caso do último acidente que ocorreu em João Pessoa, neste dia 29/03, com duas vítimas fatais.

De acordo com um levantamento feito pela PRF, o trecho onde ocorreu a colisão, já foi considerado um dos dez mais perigosos do Brasil e ainda é o mais perigoso da Paraíba.

De toda forma para uma redução nestes índices é preciso haver sinalização clara, uma manutenção regular nas estradas e campanhas publicitárias para a conscientização da população sobre a importância de seguir as normas de trânsito. O brasileiro é acostumado a sempre ultrapassar limites: se uma curva está sinalizada com limite de velocidade de 40km/h, ele entra com 90km/h, e aí aumenta a sua probabilidade de acontecer algum imprevisto. E no trânsito não há espaço para a sorte! Você não dirige só por você, por isso, cuidado!

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