Cultura Diversão e Arte
00/00/0000 Vinte anos de “Mamonas Assassinas”

Há exatos 20 anos, os Mamonas Assassinas lançavam seu único álbum, homônimo, que chegou a vender 3 milhões de cópias, certificando-se como Disco de Diamante pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD). Pela história fora dos padrões – o explosivo sucesso repentino e o final abrupto em um acidente de avião – o álbum logo se transformou em um dos mais emblemáticos da música popular brasileira. Aproveitamos a data para relembrar um pouco de cada uma das faixas do CD:

“1406″
Compras, compras. Uma lista de produtos que você não precisa, mas tem que comprar! Para quem não é da época, (011) 1406 era o número de telefone do Teleshop, algo como o Shoptime ou o Polishop de meados dos anos 90.

“Vira-Vira”
Um casal português conta a história de uma orgia tão épica que resulta em danos físicos. Há uma série de frases notáveis da poesia brasileira, como a clássica “mais vale um na mão do que dois no sutiã.” E, sim, MUITAS crianças sabiam essa letra de cor.

 

 

“Pelados em Santos”
Uma das canções mais famosas e marcantes da história deste país, que gravou na boca de cada fã a estrofe “Minha Brasília amarela / Tá de portas abertas / Pra mode a gente se amá / Peladius em Santius” ou ainda o verso “Você é meu chuchuzinho”. No cardápio sonoro, uma improvável mistura de música mexicana, heavy metal e MPC (Música Popular de Churrascaria).

 

 

“Chopis Centis”
Possivelmente a melhor paródia já feita por um grupo de seres humanos para a clássica “Should I stay or should I go”, do The Clash. E o que dizer de Dinho rimando  “andaime” com “Van Damme”?

“Jumento Celestino”
Um boia-fria baiano resolve tentar a vida em São Paulo e viaja no lombo de um jumento. No meio do caminho, o animal é TUNADO.

“Sabão Crá Crá (The Mad Ku-Ku)”
Um sabonete especial que evita que aconteçam várias coisas com os pelos pubianos masculinos.

 

 

“Uma Arlinda Mulher”
Uma ARLINDA mulher. Esse título sensacional é o jeitinho Mamonas Assassinas de fazer referência ao clássico “Uma linda mulher”, filme estrelado por Julia Roberts e Richard Gere. Se você prestar bastante atenção e botar o ouvido para funcionar, conseguirá encontrar uma relação entre essa faixa e a chorosa “Creep”, do Radiohead.

“Cabeça de Bagre II”
Um rock caótico em que um cidadão que teve todas as dificuldades para passar de ano no colégio tenta analisar rapidamente a conjuntura do Brasil em meados dos anos 90. “Mais de dez mil anos se passaram-se”.

\"Mamonas

(Divulgação)

“Mundo Animal”
“Comer tatu é bom, que pena que dá dor nas costas. E é por isso que eu prefiro as cabritas”. Sim, muitas crianças também sabiam de cor a letra dessa música.

“Robocop Gay”
A zoeira não tem limites, e, aqui, Dinho e cia. imaginam como seria se, um belo dia, o ciborgue policial futurístico se descobrisse gay.

 

 

“Bois Don’t Cry”
Aqui, um novo e delicioso encontro entre música brega (MPC) e heavy metal. O tema agora é um corno e seus chifres: “O meu nome é Dejair, facinho de confundir com João do Caminhão”. Nos últimos segundos, outra referência a um filme clássico de Hollywood (mas esse vamos deixar você adivinhar qual é).

“Débil Metal”
Os Mamonas curtiram zoar o heavy metal ao longo do disco, e aqui eles chegaram no auge, cantando, em inglês, uma letra que não significa muita coisa.

“Sábado de Sol”
Em um fim de semana ensolarado, altas confusões envolvendo feijão e maconha.

“Lá vem o Alemão”
Fechando o disco com chave de ouro, uma música que nem sempre é lembrada nas conversas de bar: uma zoeira com o pagodinho “Lá vem o Negão” e que chega ao cúmulo de misturar uma guitarra distorcida e um cavaquinho tocando simultaneamente.

 

 

Fonte: Pop

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