🌶CIZÂNIAS DO DIA- 24 DE SETEMBRO
🌶️Xavier voltou ao noticiário — e não pela urna
Carlos Xavier queria voltar à política. O problema é que a Justiça acabou colocando outro ponto final na história: condenação a 14 anos por homicídio. A eleição ficou em segundo plano.
🌶️TSE virou parada obrigatória
Arruda chega ao julgamento do recurso no TSE com uma pergunta simples e uma resposta nada simples: continua candidato ou não? Hoje a toga também entra no calendário eleitoral.
🌶️Elisson foi para a Rodoviária
Enquanto alguns preferem evento fechado e plateia conhecida, Elisson Ferreira colocou a campanha no meio do fluxo da Rodoviária. Agora falta descobrir quantos passageiros viram candidato — e quantos só queriam chegar em casa.
🌶️Kiko mirando a farda
Kiko Caputo voltou a colocar as escolas cívico-militares no cardápio eleitoral. No DF, segurança e disciplina continuam sendo pratos que rendem discussão — e voto.
🌶️Paula ganhou uma batalha jurídica
A Justiça Eleitoral negou o pedido para suspender o impulsionamento de um vídeo de Paula Belmonte sobre o BRB. A postagem fica; a briga, também.
🌶️Fábio Félix mirando Brasília inteira
O distrital aparece no levantamento para federal. Se a mudança de endereço eleitoral engrenar, a Câmara dos Deputados pode ganhar um nome que já conhece bem os corredores da CLDF.
🌶️Tem candidato fazendo hora extra
A agenda desta quinta tem caminhada, panfletagem, reunião, sabatina, evento, jantar e até batalha de MCs. Faltando pouco para a eleição, tem campanha que já parece escala de aeroporto.
🌶️A guerra agora é pelo último metro
Com a campanha entrando na reta decisiva, candidato que ainda não conseguiu transformar lembrança em voto terá pouco tempo para fazer milagre. Brasília está cheia de candidatos — e cada esquina virou teste de popularidade.
🌶️Deputado federal virou objeto de desejo
Com oito vagas em disputa no DF, a corrida proporcional começa a ficar mais interessante: distrital querendo subir, federal querendo permanecer e suplente rezando para a conta fechar.
🌶️E tem gente trabalhando no silêncio
Enquanto os grandes nomes ocupam manchetes, candidatos menores estão apostando no corpo a corpo. É aquela velha política brasiliense: quem aparece muito pode chamar atenção; quem trabalha escondido pode estar montando uma surpresa.
Por: Uly Penatti e Redação