Jogador viraliza ao errar bola e acertar bandeirinha em jogo pelo campeonato mexicano; vídeo

Jogador Diego Rossi, do Monterrey, ainda teve um gol anulado por toque de mão na derrota para o Guadalajara em jogo pela Liga MX, a primeira divisão do campeonato mexicano de futebol

O futebol já foi palco de inúmeras jogadas bizarras e um lance ocorrido na Liga MX, a primeira divisão do campeonato mexicano de futebol, garantiu seu lugar no rol das maiores presepadas do esporte.

O lance, cujo vídeo viralizou mundialmente, traz o jogador Diego Rossi, do Monterrey, preparando-se para chutar um escanteio. Talvez concentrado demais em acertar a bola, ele ignora o fato do bandeirinha estar no caminho entre seu pé e a pelota, acertando a panturrilha do auxiliar do árbitro.

Diego ainda consegue chutar o próprio pé e, de forma patética, cai ao chão como se tivesse sofrido uma falta… cometida por ele mesmo. O boleiro ainda vira para o auxiliar, reclamando da interferência, fazendo uso da Lei de Homer Simpson: “A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser”. O assistente, por sua vez, pareceu não se importar muito com o ocorrido.

Jogador Diego Rossi, do Monterrey, erra bola e acerta bandeirinha — Foto: reprodução
Jogador Diego Rossi, do Monterrey, erra bola e acerta bandeirinha — Foto: reprodução

Nas redes, torcedores aproveitaram o momento para fazer troã do jogador e de seu momento bizarro. “Que entrada!”, brincou um internauta. “Imagina tentar simular uma falta num lance desses?”, comentou outro usuário do X. “Isso é muito constrangedor”, apontou uma terceira pessoa. “Por que ele se jogou no chão? O assistente não vai levar cartão, né?”, trolou mais um torcedor.

Alguns torcedores se atentaram ao fato de que Diego deveria ter esperado o bandeirinha, que conferia o relógio, para chutar sua bola. Minutos depois, o Monterrey ainda teve um gol anulado, o que empataria a partida, mas o VAR apontou que houve toque de mão na jogada. E quem foi o jogador envolvido no lance? Sim, Diego Rossi, que levou para casa, além da derrota para o Guadalajara, duas jogadas para esquecer.

*Com informações de Revista Monet

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