🌶️CIZÂNIAS DO DIA- 21 de Setembro
🌶️Arruda no modo recurso
A candidatura está na urna, mas com a placa de “pendência jurídica”. Agora a campanha também virou batalha de tribunal. E o eleitor assiste à novela esperando o próximo capítulo.
🌶️Celina sem freio
Enquanto os adversários discutem cenário, Celina corre para ocupar espaço. Agenda cheia, máquina política em movimento e uma pergunta no ar: quem vai conseguir tirar a governadora do centro do tabuleiro?
🌶️Paula Belmonte joga solo
Paula mantém candidatura própria e evita virar figurante de chapa alheia. No xadrez do Buriti, tem gente que prefere jogar com as próprias peças.
🌶️Grass quer sair da bolha
O petista precisa transformar presença digital e discurso de oposição em voto espalhado pelo DF. Porque eleição não se ganha só conversando com quem já concorda.
🌶️Cappelli na espreita
Ricardo Cappelli entrou na disputa sabendo que espaço não se ganha de presente. Agora precisa transformar candidatura em fato político — antes que os holofotes fiquem definitivamente ocupados.
🌶️A direita rachou?
Celina, Arruda e outras candidaturas disputam um eleitorado que não cabe mais numa única etiqueta. A briga pelo voto conservador promete ser tão importante quanto a disputa contra a esquerda.
🌶️Michelle virou ativo eleitoral
A campanha ao Senado ganhou uma peça nacional de peso: Michelle Bolsonaro passou a gravar vídeos de apoio para aliados e também atua na própria campanha no DF. Brasília virou ponto de passagem obrigatório para muita gente.
🌶️Os vices também jogam
Em eleição apertada, vice não é decoração de palanque. É composição, sinalização política e, principalmente, garantia de que ninguém está sozinho na fotografia.
🌶️640 pedidos, pouca tranquilidade
O TRE-DF recebeu 640 pedidos de registro para as eleições de 2026. E registro não significa passe livre: impugnações e recursos ainda podem mexer no tabuleiro.
🌶️Brasília olha para o Planalto
A nova pesquisa BTG/Nexus divulgada hoje mostra Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 45% num cenário de segundo turno. A disputa nacional continua colada — e qualquer movimento em Brasília passa a ter repercussão além da ponte aérea.
Por: Uly Penatti e Redeção