🌶️ CIZÂNIAS DO DIA – 05/07/2026
🌶️ Buriti em liquidação
Mudou o comando, mas o estoque de puxa-sacos continua intacto. Em Brasília, a única coisa mais rápida que a troca de governador é a velocidade com que certos políticos descobrem que sempre foram “aliados de primeira hora”.
🌶️ Lealdade com prazo de validade
Tem gente que jurava fidelidade eterna na semana passada e hoje já distribui sorrisos para o novo chefe. No DF, a palavra “convicção” anda tão esquecida quanto promessa de campanha.
🌶️ Inauguração em looping
Algumas obras do Distrito Federal já foram inauguradas tantas vezes que a placa deveria trazer um espaço em branco para escrever a data da próxima cerimônia. Falta concluir a obra, mas discurso nunca falta.
🌶️ Brasília, capital da conveniência
Na política brasiliense, adversário vira aliado com a mesma facilidade que café esfria na antessala de gabinete. O importante nunca foi o discurso… sempre foi a cadeira.
🌶️ A dança das cadeiras
Enquanto a população espera soluções, os bastidores vivem outra prioridade: descobrir quem ganha cargo, quem perde espaço e quem consegue sobreviver à próxima reforma administrativa.
🌶️ Diplomacia gourmet
O mundo acompanha novas tensões internacionais e líderes seguem emitindo notas de “profunda preocupação”. Se comunicado oficial resolvesse conflito, o planeta já estaria concorrendo ao Nobel da Paz.
🌶️ O planeta em alerta
Entre guerras, disputas geopolíticas e crises econômicas, sobra pouco espaço para ingenuidade. Enquanto uns negociam paz, outros continuam faturando com o caos. Nada de novo sob o sol.
🌶️ Quando a bola rola…
A Copa do Mundo consegue um feito que a política jamais alcançou: fazer milhões esquecerem as brigas por noventa minutos. Depois do apito final, cada um volta para sua trincheira — agora discutindo o VAR.
🌶️ Pesquisa boa é a minha
Quando aparece na frente, o político elogia a ciência. Quando cai alguns pontos, culpa o instituto, o algoritmo, a imprensa e, se precisar, até Mercúrio retrógrado.
🌶️ Pimenta Final
Brasília continua sendo a única cidade onde a cadeira tem mais prestígio que quem se senta nela. O ocupante passa, a ambição fica e os bajuladores… esses parecem concursados.
Por: Uly Penatti