Jogaram o ESG no seu colo e ninguémte deu o caminho
Por Mariana Borges
Se você está lendo este artigo, existe uma boa chance de que a seguinte situação seja familiar.
Você trabalhava na sua área. RH, Jurídico, Compliance, Qualidade, Marketing. Fazia bem o que fazia. Até que um dia, alguém da diretoria disse: “A gente precisa começar a olhar essa questão do ESG. Você pode cuidar disso?”
E pronto. Sem preparação. Sem estrutura. Sem ninguém do lado para te mostrar o caminho. ESG caiu no seu colo.
O que acontece depois
Nos primeiros dias, você vai com tudo. Pesquisa. Lê. Assiste palestras. Faz cursos. Quer entender o que é ESG, como funciona, por onde começar.
E descobre que tem muita informação disponível. Frameworks. Normas. Siglas. Relatórios. Todos explicando o que é ESG. Todos dizendo que é importante.
Mas ninguém te diz o que fazer na segunda-feira de manhã quando você senta na sua cadeira e precisa começar.
Então você trava. Não porque não é capaz. Mas porque te entregaram um destinosem rota. Te disseram “implemente ESG” sem te dizer como.
A sensação que ninguém admite
Existe uma sensação que quase todo profissional que assume a agenda ESG sente, mas poucos admitem: a sensação de que travou e não devia estar ali.
Você olha para os colegas que continuam nas suas áreas, fazendo o que sabem fazer, e pensa: “por que eu não consigo fazer isso andar? Será que isso não é pra mim?”
A resposta é simples: não tem a ver com você e sim com o que te entregaram. Te deram uma agenda que não tem manual de instruções. Te pediram para conduzir algo que ninguém na empresa sabe direito o que é. E te deixaram sozinho para descobrir.
O que muda quando você tem método
O que muda quando você tem método
Conheço uma gerente que quase largou o cargo. Assumiu o comitê ESG, passou meses tentando fazer tudo ao mesmo tempo, não conseguiu, e chegou ao ponto de pensar em pedir para sair.
O que mudou para ela não foi mais estudo. Não foi mais um curso. Foi método. Quando você passa a conduzir a agenda com um método na mão, três coisas mudam.
A primeira: você sabe o que fazer primeiro. Não tenta abraçar tudo. Identifica o que importa, prioriza e começa por onde faz sentido. O caos vira plano.
A segunda: você sabe como engajar as áreas. Para de tentar convencer com teoria e passa a conduzir com clareza. Cada área sabe o que precisa fazer, quando e por quê. A agenda deixa de ser sua e passa a ser da empresa.
A terceira: você para de depender de alguém. Não precisa mais esperar a diretoria cobrar. Não precisa mais esperar alguém te dizer o próximo passo. Você tem a rota. E com a rota na mão, você conduz.
Aquela gerente que quase largou o cargo está lá até hoje. Não porque a empresa mudou. Porque ela mudou a forma de conduzir.
O que ninguém te contou sobre assumir o Comitê
Assumir o Comitê ESG não é sobre ser a pessoa que sabe mais sobre sustentabilidade. É sobre ser a pessoa que consegue fazer as coisas acontecerem.
Você não precisa ser especialista em emissões, em diversidade, em governança. Você precisa ser a pessoa que sabe por onde começar, o que priorizar e como engajar. Isso é método, não conhecimento.
E quando você tem método, a sensação de “não é comigo” desaparece. Porque você entende que o problema nunca foi sua capacidade. Era a falta de uma rota clara para um destino que ninguém te explicou como chegar.
A verdade sobre esse caminho
Se você está conduzindo ou prestes a conduzir a agenda ESG na sua empresa e sente que está sozinho, saiba de uma coisa: você não está sozinho por falta de capacidade. Está sozinho por falta de método.
E isso tem solução. Não precisa de mais um curso. Não precisa de mais um framework. Precisa de uma rota que te mostre o próximo passo. Porque quando você tem a rota, você para de depender de alguém para te dizer o que fazer. E passa a ser a pessoa que faz acontecer. Se este é o seu caso, eu tenho um convite para você. Leia o serviço abaixo.
Artigo escrito por Mariana Borges, fundadora da Move’n Up inteligência em Gestão Sustentável

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