Prazer após o divórcio: por que algumas mulheres só descobrem o melhor orgasmo da vida depois da separação?

Sexóloga revela que essa fase merece ser discutida sem preconceitos, visto que a mulher passa a olhar mais para si próprio

Culpa, surpresa e até vergonha são alguns dos sentimentos que as mulheres costumam ter
Culpa, surpresa e até vergonha são alguns dos sentimentos que as mulheres costumam ter — Foto: Freepik

Segundo a sexóloga Stephanie Seitz é uma história que se repete mais do que se imagina. Muitas mulheres chegam ao consultório da especialista dizendo que precisam confessar algo que elas jamais imaginariam: “foi só depois da separação que eu descobri o que realmente era sentir prazer”. 

A especialista diz que a frase vem carregada de culpa, surpresa e até vergonha, mas revela que essa fase merece ser discutida sem preconceitos, visto que o divórcio não melhora automaticamente a vida sexual da mulher.

“O que muda, muitas vezes, é a forma como essa mulher passa a enxergar a si mesma”, diz a sexóloga.

Seitz diz que a mulher aprende a ocupar ao longo da vida diferentes papéis: mãe, esposa, profissional, cuidadora de casa, administradora de rotina, filha, e, aos poucos, o papel de mulher vai ficando em segundo plano. 

E o prazer feminino costuma desaparecer antes do desejo. 

“Ele começa a diminuir quando a mulher deixa de olhar para si e passa anos priorizando apenas as necessidades dos outros. A separação, apesar de dolorosa, frequentemente representa uma ruptura também com antigos padrões”, explica. 

A mulher, neste momento de ruptura começa a se colocar em primeiro lugar e fazer perguntas como: “do que eu gosto, o que me dá prazer, faço sexo porque eu quero, ou só porque fazia parte da rotina”. 

“Muitas mulheres começam a se tocar pela primeira vez sem culpa, cuidam mais da autoestima e deixam de enxergar o sexo apenas como uma obrigação dentro do relacionamento”, diz a especialista. 

Mas, isso não significa que o casamento seja um obstáculo para o prazer. Pelo contrário, há casais que vivem décadas de uma vida sexual saudável e profundamente conectada. O problema é quando se está em uma relação sem conexão. 

Outro aspecto importante que a sexóloga aborda é a liberdade emocional. Depois do divórcio, muitas mulheres sentem que já não precisam corresponder a expectativas antigas.

“A maturidade costuma trazer algo extremamente poderoso: menos preocupação em agradar e mais coragem para ser autêntica”, diz. 

A sexóloga lista ainda algumas dicas que considera essenciais: 

  • Conheça seu corpo sem vergonha; 
  • Permita-se experimentar novas formas de intimidade; 
  • Converse sobre desejos e limites; 
  • Cuide da autoestima sem relacioná-la apenas à aparência; 
  • Entenda que prazer não tem prazo de validade; 
  • Se existirem bloqueios emocionais ou sofrimento, procure ajuda especializada. 

“No fim das contas, o melhor orgasmo não tem data marcada. Ele costuma chegar quando a mulher deixa de viver apenas para corresponder às expectativas dos outros e finalmente se permite viver a própria verdade”, conclui a especialista.

Fonte: “A maturidade costuma trazer algo extremamente poderoso: menos preocupação em agradar e mais coragem para ser autêntica”, diz. 

A sexóloga lista ainda algumas dicas que considera essenciais: 

  • Conheça seu corpo sem vergonha; 
  • Permita-se experimentar novas formas de intimidade; 
  • Converse sobre desejos e limites; 
  • Cuide da autoestima sem relacioná-la apenas à aparência; 
  • Entenda que prazer não tem prazo de validade; 
  • Se existirem bloqueios emocionais ou sofrimento, procure ajuda especializada. 

“No fim das contas, o melhor orgasmo não tem data marcada. Ele costuma chegar quando a mulher deixa de viver apenas para corresponder às expectativas dos outros e finalmente se permite viver a própria verdade”, conclui a especialista.

Fonte: “A maturidade costuma trazer algo extremamente poderoso: menos preocupação em agradar e mais coragem para ser autêntica”, diz. 

A sexóloga lista ainda algumas dicas que considera essenciais: 

  • Conheça seu corpo sem vergonha; 
  • Permita-se experimentar novas formas de intimidade; 
  • Converse sobre desejos e limites; 
  • Cuide da autoestima sem relacioná-la apenas à aparência; 
  • Entenda que prazer não tem prazo de validade; 
  • Se existirem bloqueios emocionais ou sofrimento, procure ajuda especializada. 

“No fim das contas, o melhor orgasmo não tem data marcada. Ele costuma chegar quando a mulher deixa de viver apenas para corresponder às expectativas dos outros e finalmente se permite viver a própria verdade”, conclui a especialista.

Fonte: Extra — São Paulo

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