Pepperina e seus Causos

Historinha contada por um amigo da Pepperina , aconteceu de forma tragica e
 ao mesmo tempo engraçada.


 Final de tarde, inicio de noite em Brasiia com este calorão e tempo seco,
 resolveu tomar uma cerveja no Bar da esquina onde vai com frequencia para
 aquela relaxada e bate papos descontraidos.


 Sentou-se na mesma mesa de sempre onde já se encontrava seu amigo de Bar, um
 Cearense muito gente boa e torcedor fanatico do Fortaleza , clube de Futeboll.
 Conversa flui sobre assuntos variados, viagens , gastronomia, politica etccc…


 e principalmente vinhos, ambos são amantes do vinho e a conversa sempre se
 estende no assunto.


 E foi justamente nesta parte da conversa que meu amigo comentou sobre um evento
 em que ele tinha ido na noite anterior e abusado um pouco deste liquido
 abençoado por Baco.


 Cerveja vai , cerveja vem , chega a hora de ir à ¨casinha¨, assim também chamado
 o banheiro.


 A partir daí vem a dramatica situação, levantou-se e foi em direção ao banheiro,
 no meio do caminho sentiu aquela fisgada no dito cujo  que diz aperte o passo que estou
 chegando.


 Já com o passo apertado e sentindo aquela pressão  intestinal chegou já abrindo a porta
 com rapidez e já abaixando a bermuda procura o vaso sanitario , levanta a tampa e já sem
 forças para segurar a onda que vinha foi logo sentando e digamos se libertando.


 Neste momemto , nestes instantes de segundos entre um ato e outro a tampa do vaso desce, causando
 aí aquela expressão ¨Que M****¨ aconteceu?


 Naquela situação totalmente constrangedora em que se encontrava com  o banheiro e o proprio totalmente
 ,digamos, enlameados ,ficou atonito e sem saber como agir na hora.


 Chamar o amigo pelo celular não dava (o celular tinha ficado na mesa), se trancar para sempre no banheiro
 surgiu como opção, chorar , gritar por socorro , dizer que o vaso explodiu , ideias surgiam e desapareciam
 rapidamente..


 Chegou a conclusão que tinha que se entregar, abriu a porta do banheiro parcialmente e chamou um garçon
 a quem explicou morto de vergonha a situação e pediu ajuda para sair dali em condições no minimo com um
 pouco de dignidade já que teria que passar por varias mesas até chegar na saida.
 Pediu encarecidamente ao garçon que mandasse interditar o banheiro já que naquele momento não era proprio
 para uso.


 Saiu rapidamente , enfrentando com coragem o olhar das pessoas, passou pela sua mesa , balbuciou algumas
 palavras , pegou o celular e foi em direçao a sua casa em passos rapidos querendo passar desapercebido por
 transeuntes e vizinhos.


 Já estava quase chegando em casa , com aquela urgencia em tomar um banho e trocar de roupa quando escuta o garçon gritando bem alto o seu nome :seu fulano, seu fulano , gritava alto, esqueceu o seu cachorro, e lá
 vinha ele esbaforrido trazendo pela coleira seu fiel companheiro de caminhadas e idas aos botecos.


 A vergonha e o constrangimento ainda não permitiram que ele voltasse ao Bar.

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