🌶️ CIZÂNIAS — 12/08/2026

A política brasiliense perdeu o filtro, e nós nao o encontramos 🤣🤣

🌶️ ÉRICA HILTON GANHOU UM PROBLEMA

O Conselho de Ética aprovou por 10 a 5 o prosseguimento do processo contra Erika Hilton (PSOL-SP) por suposta quebra de decoro.
Calma: ainda não tem cassação. Tem processo, defesa e muita água para passar por baixo da ponte.
Mas o recado político já foi dado: mandato parlamentar não vem com imunidade para qualquer comportamento.

🌶️ JOE VALLE SAIU DA TOCA

Joe Valle (PDT) voltou a circular no tabuleiro eleitoral. E quem conhece política brasiliense sabe: quando um nome experiente reaparece, normalmente não é para fazer figuração.
A pergunta é outra: há espaço para mais um veterano na briga por votos ou o eleitorado já mudou de endereço?

🌶️ CONVENÇÃO ACABOU. AS DESCULPA TAMBÉM.

Até 15 de agosto, partidos precisam registrar suas candidaturas. No dia seguinte, começa oficialmente a propaganda eleitoral.
Acabou o “vamos conversar”.
Agora será possível descobrir quem tem estrutura, dinheiro, grupo e, principalmente, voto — e quem passou meses confundindo movimentação em rede social com musculatura eleitoral.

🌶️ LULA, FLÁVIO E A FAMOSA TRANQUILIDADE

As pesquisas começam a desenhar uma disputa presidencial apertada em diferentes cenários.
De um lado, Lula tentando transformar a máquina política e o governo em vantagem eleitoral. Do outro, Flávio Bolsonaro buscando ocupar o espaço bolsonarista.
Nos bastidores, ninguém parece tão tranquilo quanto declara em público.
Pesquisa boa é comemorada. Pesquisa ruim é “apenas fotografia”. A eleição, porém, continua sendo filme.

🌶️ HUGO MOTTA ENTRE O PLENÁRIO E A URNA

Hugo Motta terá uma missão ingrata: conduzir uma Câmara cheia de deputados que já estão olhando para outubro.
Cada votação pode virar munição eleitoral.
Em ano de eleição, até projeto consensual ganha padrinho. E até derrota ganha explicação.

🌶️ BRB: A BATATA AGORA TEM ENDEREÇO

A novela envolvendo BRB, Banco Master e FGC continua pressionando o governo do DF.
O que deveria ser tratado como engenharia financeira virou também assunto político. E quando dinheiro, governo e eleição aparecem na mesma frase, Brasília imediatamente encontra mil versões para a mesma história.
A questão agora é saber quem conseguirá explicar o caso antes que os adversários façam isso por ele.

🌶️ CELINA: HERDEIRA OU DONA DO JOGO?

Celina Leão entra na disputa pelo Buriti com uma vantagem evidente: conhece a máquina e está associada ao governo Ibaneis.
Mas aí mora justamente o perigo.
Se a gestão for bem avaliada, Celina pode apresentar o legado como cartão de visita. Se houver desgaste, terá que explicar por que a conta não é dela.
Na política, herança boa vira patrimônio. Herança ruim vira boleto.
E os adversários sabem disso.

🌶️ O DISTRITAL VIROU RINGUE

Jaqueline Silva e André Kubitschek estão entre os nomes que movimentam a disputa proporcional.
Jaqueline tem trajetória e espaço político construído. André chega com um sobrenome que, em Brasília, dispensa legenda explicativa.
Mas eleição distrital tem uma regra cruel: fama não garante cadeira.
No fim, cada grupo terá que provar que consegue transformar influência em voto — antes que outro candidato transforme o mesmo eleitor em voto dele.

🌶️ MILEI E LULA: DIPLOMACIA COM COTOVELO

Javier Milei continua deixando claro que a relação com Lula não será exatamente uma troca de cartões de Natal.
Enquanto o brasileiro aposta no protocolo diplomático, o argentino segue preferindo o confronto público.
Para os dois eleitorados, é combustível.
Para os diplomatas, é trabalho extra.

🌶️ TRUMP QUER PAZ. PUTIN TEM A PALAVRA.

Donald Trump voltou a pressionar por avanços para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. Volodymyr Zelensky diz que Kiev apresentou propostas aos americanos.
Agora falta o personagem que costuma transformar qualquer plano de paz em novela: Vladimir Putin.
Washington quer resultado. Kiev quer garantias. Moscou quer vantagem.

E a guerra continua sendo muito mais fácil de começar do que de terminar.

🌶️ MILEI MANDA O RECADO

A Argentina anunciou novas restrições ao atendimento hospitalar gratuito para estrangeiros não residentes.

A lógica de Milei é direta: quem paga a conta deve ter prioridade.

A discussão vai muito além da Argentina. Em tempos de contas públicas apertadas, governos do mundo inteiro começam a encarar a mesma pergunta — até onde vai o direito universal e onde começa a responsabilidade de quem financia o serviço?

🌶️ ENQUETE DAS CIZÂNIAS


A urna não lê discurso. Lê voto. E Brasília já começou a fazer as contas.

Por: Uly Penatti com Redação.

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